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Mulher joga filha recém-nascida de uma altura de 7 metros em terreno baldio em Várzea Paulista


Uma mulher de 25 anos jogou a filha recém-nascida de uma altura de mais de 7 metros em um terreno baldio nos fundos da casa da tia, em Várzea Paulista, na madrugada desta sexta-feira (18). A criança, que estava envolta de um saco plástico, morreu.
A mãe, que foi socorrida por familiares – que não sabiam que ela estava grávida pois ela estava escondendo o fato -, foi socorrida ao Hospital Universitário, em Jundiaí, onde está internada. Ela será indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.


No início da madrugada a moça se sentiu mal na casa da tia, no Jardim Buriti. Prevendo que teria o bebê, ela pediu um saco plástico para a tia que, sem saber o motivo, lhe entregou. Ela então foi até o banheiro, onde pariu.
Depois de enrolar a criança no saco plástico e, sem que a tia percebesse, a mulher foi até os fundos da casa e jogou o bebê num terreno baldio que faz fundos pra casa, e que fica na rua XV de Novembro.

Ensanguentada, a moça, que é moradora na região da Vila Esperança, em Jundiaí, pediu ajuda à tia, que chamou a ambulância. Ela foi levada diretamente para o Hospital Universitário. Ao notarem sinais de que ela possivelmente havia parido, os médicos acionaram a Polícia Militar. Ela então acabou confessando e indicando onde estava a criança.

A Polícia Civil de Várzea Paulista também foi acionada e começaram então os trabalhos para localizar o local onde ela havia jogado o bebê, na tentativa de tentar salvá-lo. Quando os policiais militares e civis, com os investigadores Paulino Vale e Rômulo (chefiados pelo delegado Marcel Fher), chegaram ao local a criança já aparentava estar morta. A ambulância foi chamada, a socorreu ao hospital da cidade, mas não havia mais o que ser feito.

Segundo a polícia ela apresentava um ferimento profundo na cabeça. Foi solicitado exame necroscópico, que vai apontar se a criança ainda estava viva quando foi jogada, ou se morreu por asfixia ou por problemas decorrentes do traumatismo craniano.

Via Jornal de Jundiaí 

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