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Em queda no Estado, assassinatos crescem vertiginosamente em Jundiaí


ESTATÍSTICAS

Em queda no Estado, assassinatos crescem vertiginosamente em Jundiaí

Na contramão do Estado de São Paulo, que viu seus assassinatos caírem 9,2% entre janeiro e agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, Jundiaí amargou um aumento de 200% na modalidade criminosa, reconhecida como o verdadeiro indicativo de violência urbana.
Foram 18 homicídios dolosos (com intenção) em Jundiaí nos primeiros oito meses de 2019, quantidade maior que a verificada em todo o ano passado, que fechou com 11 boletins de ocorrência do tipo.
No Estado, foram 1.783 assassinatos no período deste ano, contra 1.964, queda comemorada pelo Governo do Estado, que, desde janeiro passado, quando assumiu, emprega grande efetivo policial, incluindo a totalidade dos helicópteros Águia, da PM, em ações semanais abrangentes, denominadas “Operação São Paulo Mais Seguro”. 
Já em Jundiaí, cinco dos 11 assassinatos registrados no período foram cometidos em agosto, mês com maior incidência de casos, seguido por abril e julho, com três casos cada.
Os números são da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que contabiliza os crimes registrados em todo o Estado e divulga as estatísticas no dia 25 de cada mês.

Motivo fútil
Dos assassinatos registrados tanto neste ano quanto no ano passado, grande parte foi cometida por razão insignificantes. Brigas em bar, conforme análise em arquivos da polícia, lideram o rol dos motivos fúteis, que são qualificadores (aumentam a pena) nas decisões do Poder Judiciário que condenam ou não os réus.
A polícia, incluindo a Delegacia de Investigações Gerais (DIG), também tenta dar uma resposta ao aumento na quantidade de assassinatos, esclarecendo quase a totalidade dos delitos cometidos em Jundiaí e Região, área de atuação da unidade, considerada especializada da Polícia Civil.
Já delitos de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, se manteve igual na comparação dos períodos. O crime, dentre todos os outros contabilizados pela SSP, é considerado o mais grave.

Reportagem: Redação Imprensa Policial

Imagem: Ilustrativa

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