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Caso Vitória Gabrielly: júri popular condena acusado a 34 anos de prisão

Júlio Cesar Ergesse, réu acusado de participação no assassinato da jovem Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, foi condenado a 34 anos de prisão pelo crime. Ele foi julgado por júri popular nesta segunda-feira (21) em São Roque.

O julgamento levou quase 11 horas. Ele foi condenado a 18 anos de prisão por homicídio, um ano e seis meses por ocultação de cadáver e três anos por sequestro.

A pena foi aumentada para 34 anos no total porque o crime foi cometido com motivo torpe e meio cruel, agravado pela impossibilidade de defesa da vítima.

A morte da garota de 12 anos ocorreu em junho de 2018, em Araçariguama, também na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS).


Acusado
O público não foi autorizado a acompanhar o depoimento de Júlio, que ocorreu na parte da tarde. Somente os advogados e os integrantes do júri permaneceram no auditório.

O julgamento teve início às 9h e o júri primeiramente ouviu as testemunhas. Uma das quatro testemunhas de acusação disse que o assassinato da adolescente se tratou de uma “queima de arquivo”.

A afirmação está relacionada com a linha de investigação de que a adolescente de 12 anos teria sido morta por engano.

Vitória teria sido confundida por Júlio e o casal Bruno Marcel de Oliveira, de 33 anos, e Mayara Borges de Abrantes, 24 anos, com outra pessoa. Eles teriam sido mandados para cobrar uma dívida de drogas.

Julgamento
Conforme apurado pela reportagem do Cruzeiro do Sul, Júlio chegou ao Fórum cerca de cinco minutos antes do horário da audiência, levado pelo carro da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). O entorno do prédio ganhou um forte esquema de segurança policial.


Segundo o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), são quatro testemunhas de acusação e nove testemunhas de defesa. Até as 11h30 todas as testemunhas da acusação haviam sido ouvidas e depois duas testemunhas de defesa depuseram.

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